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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Espumante Salton Moscatel

País de Origem: Brasil, Bento Gonçalves
Vinícola: Salton
Tipo: Espumante

Composição: Moscato (100%)
Teor Alcoólico: 7,5%
Guarda: 2 anos


Características: Amarelo claro com reflexos esverdeados, brilhante, olfativo Frutas tropicais e cítricas. Espumante Doce, frutado, cremoso, fresco e leve.
Faixa de Preço (07/2014): Em torno de  R$ 26,00
Ideal ser servido a temperatura de 8 graus (conforme os Sommeliers). Eu pessoalmente gosto dele o mais gelado possível.

Acompanha  salada caprese, abobrinha recheada, bruschetta, canapés, torta salgada, isca de peixe, bolinhos de camarão.


Minha avaliação:


Eu compro este Moscatel e o espumante Demi-Sec da Salton, de caixa, de modo a sempre ter um na geladeira.


Espumante Salton Demi-Sec

País de Origem: Brasil, Bento Gonçalves
Vinícola: Salton
Tipo: Espumante

Composição: Chardonnay, Riesling, Malvasia, Trebbiano e Sémillon
Teor Alcoólico: 11,5%
Guarda: 2 anos


Características: Amarelo-palha com reflexos esverdeados. Olfativo de flores brancas, frutas cítricas, notas de pão torrado, fermento e damasco. Espumante levemente doce, cremoso, fresco e suave.
Faixa de Preço (07/2014): Em torno de  R$ 23,00
Ideal ser servido a temperatura de 8 graus (conforme os Sommeliers). Eu pessoalmente gosto de qualquer espumante, o mais gelado possível.


Acompanha  salada de folhas, tomates recheados, torta salgada, camarão salteado, isca de peixe, bolinho de bacalhau, canapés, bruschetta, sanduíche de peito de peru com muçarela de búfala.


Minha avaliação:



Eu considero este espumante e o moscatel da Salton excelentes, e os adquiro em caixa de modo a sempre ter um na geladeira. 

Vinhos - Que taça utilizar?

O objetivo deste post, é fazer uma pequena abordagem sobre o tipo de taça a ser utilizado com cada vinho. Com certeza iremos abordar apenas as básicas e mais tradicionais, haja visto que algumas fábricas de cristais produzem taças especificas para cada tipo de uva, o que nos levaria a ter com certeza, no mínimo, mais de uma dúzia de tipos.

ESPUMANTES E CHAMPAGNES


Para um Champagne, espumante ou Prosecco, a taça deve ser estreita e comprida, que é a chamada flute, que permite que as borbulhas possam ser apreciadas. Este tipo de taça permite que toda a efervescência do espumante e seus aromas sejam direcionados para o nariz. Quanto mais bojo ela tiver, mais irá realçar os aromas.


VINHOS BRANCOS
As taças de vinho branco devem ter o corpo menor que as para vinho tinto, em função de que o vinho branco precisa ser consumido em temperaturas mais baixas em uma taça menor, para que haja menos troca de calor com o ambiente. Além disto ele precisa que as notas de frutas sempre presentes, sejam realçadas.

VINHO BRANCO LEVE E JOVEM
Para vinhos deste tipo, como o Vinho Verde portugues ou de uvas Sauvignon Blanc, Riesling, Semillom e Viognier, a taça deve ter bojo estreito, boca fechada e tamanho pequeno.


VINHO BRANCO MAIS INTENSO
Vinhos Chardonnay amadeirado ou europeus de classe, necessitam para realçar suas qualidades de um copo maior que o para os vinhos brancos leves e menor que os copos dos tintos. O bojo deve ser aberto e a boca um pouco mais fechada que a base.


VINHOS ROSADOS
A taça utilizada para os roses, pode ser a mesma utilizada para os brancos leves.

VINHOS TINTOS
Em função de ter aromas e sabores intensos, o vinho tinto necessita de espaço para respirar. Este é o motivo da taça ter um corpo grande, o que faz com que todas as suas qualidades sejam liberadas.
É importante que a taça seja preenchida apenas até um terço de suya capacidade, o que permite que o vinho possa "dançar".

TINTOS LEVES E DE CORPO MÉDIO
Aqui enquadram-se os vinhos Chianti, Barbera, Bordeaux médio, os tintos reservas chilenos e argentinos e a grande maioria dos vinhos tintos que encontramos nos mercados.
A taça adequada deve ser média, maior que a do branco leve e menor que os de tinto intenso. 
Esta taça é chamada de Bourdeax. Caso você não queira adquirir uma variedade grande de taças, pode utilizar a mesma taça dos brancos encorados.


TINTOS INTENSOS
Para vinhos mais complexos e concentrados, as taças devem ser altas, em formato balão (bojo maior que as Bourdeax) e boca estreita, permitindo assim um maior contato com o ar, liberando mais rapidamente seu buquê.
É a taça recomendada para vinhos produzidos com a uva Pinot Noir, Rioja, Barbera, Amarone e Nebbiolo.



VINHOS DOCES OU SOBREMESA
Para vinhos doces do tipo "late harvest" (colheita tardia) ou do Porto médios, você pode utilizar a mesma taçados brancos leves. Para vinhos doces mais intensos e concentrados, utilize a taça dos brancos encorpados.

TAÇA ISO (TAÇA CORINGA)
A taça ISO (International Standards Organization), foi criada em 1970 e serve para todos os tipos de vinho (e por isto chamada de coringa). É utilizada em degustações técnicas.
É a taça ideal para quem está iniciando na arte dos vinhos e não quer adquirir diversos modelos.
É uma taça pequena, com bojo maior e mais fechada na parte de cima.


Em resumo, você poderá apreciar qualquer tipo de vinho, tendo 4 tipos de taças, não necessitando adquirir todos os modelos:
- Espumante
- Uma para vinho branco
- Bourdeaux tinto
- Borgonha tinto



Vinhos - Minha classificação

Sempre fui de opinião, de que o melhor vinho é aquele que me agrada, que satisfaz meu paladar, independente do fato de tecnicamente, combinar ou não com o acompanhamento que esta sendo servido. Aquela máxima de que peixe combina com vinho branco, e carne vermelha com vinho tinto, pode servir de referência, mas ninguém é obrigado a seguir, até pelo fato de que quem compra e paga o vinho é você, logo você bebe aquilo que melhor lhe aprouver.

A prova disso é se formos a um site especializado, e olhar as avaliações que os clientes fazem de um mesmo vinho, veremos que invariavelmente vai do "ótimo/magnifico" até o "péssimo/ruim". O vinho é como tudo o mais na vida, cores, carros, pessoas, cada um tem um gosto diferente, e que bom que é assim.

As indicações e classificações dos guias internacionais de vinho, com certeza são sempre uma boa indicação, pois com certeza estará mostrando que é um vinho de qualidade, mas como falamos acima, você não é obrigado a ter a mesma opinião, pois gosto é gosto.

Conheço pessoas que adoram um vinho bordô colonial (aqueles de garrafão), vinho este que para outros poderia estar beirando os vinagres.

Esta é a opinião de um cara que gosta de tomar um bom vinho, e de sentir prazer nisto, pois os aspectos técnicos ficam por conta dos Sommeliers, pois é para isto que eles estudam.

Baseado nisto resolvi criar aqui no blog, para os vinhos que tenho experimentado e publicado a ficha, a minha própria avaliação, que não vai ser baseada em preço, nome, uva ou qualquer outro aspecto técnico, e sim, única e exclusivamente no sabor e no prazer que ele transmitiu as minhas papilas gustativas.
Ou seja, se o vinho é ruim, regular, bom, muito bom ou excelente, usando o tradicional sistema de estrelas.


Ruim, não vale a pena
regular, não tem outro e você quer tomar vinho
 Bom vinho, mas nada demais
Muito Bom, vale a pena experimentar
Excelente, um belo vinho, vale repetir

terça-feira, 29 de julho de 2014

Porca de Murça Tinto 2012

País de Origem: Portugal, Douro
Vinícola: Real Companhia Velha
Safra: 2012

Composição: Touriga Franca, Touriga Nacional, Tinta Roriz e Tinta Barroca
Teor Alcoólico: 13,0 %
Guarda: 4 anos

Características: cor Rubi com reflexos violáceos, com olfativo de Frutas vermelhas frescas, como cerejas e amoras, e um toque floral. É um vinho frutado, saboroso e fácil de beber
Faixa de Preço (07/2014): Em torno de  R$ 32,00
Ideal ser servido a temperatura de 15 graus.

Recomendado para acompanhar churrasco, filé acebolado, polenta recheada, hambúrguer com fritas, batatas recheadas com bacon e queijo, cozido português, massa à bolonhesa, torta de queijo, empadão de palmito e frango, pizza calabresa.

Origem do Nome: Conta a lenda, que durante o século VIII, o povoado de Murça era invadido por um imenso numero de javalis e ursos, sendo que o grande terror era uma enorme e feroz porca (que na pratica era uma ursa). Foram então empreendidas diversas caçadas, que o ilustre cavaleiro da região, o Senhor de Murça, conseguiu abater o animal. Foi então construído no centro da vila um monumento, chamado de "Porca de Murça", para imortalizar o evento. Desde então este monumento passou a ser utilizado na propaganda da região, nomeadamente no azeite, no vinho e outros produtos típicos.
É um dos vinhos mais vendidos em Portugal.

Minha avaliação:

Polo Profesional Malbec 2012

País de Origem: Argentina, Mendoza
Vinícola: Finca La Chamiza
Safra: 2012

Composição: Malbec (100%)
Teor Alcoólico: 14,0 %
Guarda: 4 anos

Características: cor vermelho intenso, com olfativo de mirtilo, frutas vermelhas maduras, baunilha e leve tostado. É um vinho macio, taninos maduros, redondo e saboroso
Faixa de Preço (07/2014): Em torno de  R$ 39,00
Ideal ser servido a temperatura de 15 graus.

Acompanha bem carnes em geral, seja churrasco, carne de panela, fondue de carne, e bifes.

Este vinho obteve 89 pontos no Guia Descorchados, guia de autoria de Patricio Tapia, que originalmente só tratava de vinhos chilenos, mas que hoje é o mais abrangente guia de vinhos da América Latina. Na edição de 2014, trata em suas 900 páginas de vinhos e espumantes do Chile, Argentina, Brasil e Uruguai.

Minha avaliação:

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Pão de Centeio Integral

INGREDIENTES

250 gr de farinha de trigo
250 gr de centeio
25 gr de açúcar mascavo
10 gr de sal
20 gr de fermento biológico fresco
50 gr de margarina
500 ml de Água
1 ovo

MODO DE PREPARO

Coloque numa bacia ou na batedeira, 50 gramas de farinha de trigo, o fermento e um pouquinho de água, misture bem, fazendo uma esponja. Deixe descansar por 15 minutos. 


Após o descanso, adicione os demais ingredientes e faça uma massa bem macia. 
Deixe-a descansar por uns 40 minutos.
Após este descanso, coloque a massa em assadeiras levemente untadas, pincele com ovos batidos e espere o crescimento até quase atingir o seu dobro. 


Além deste crescimento, quando colocar no forno vai crescer mais ainda.
Após tudo pronto, torne a pincelar com ovos e leve para assar em forno pré aquecido a 180 graus.
O tempo de forno é de aproximadamente 40 minutos.  Use um palito, quando ele sair seco o pão está cozido.



Filé de Tainha com Champignons e Alcaparras

INGREDIENTES

500g de filé de tainha
1 cebola média cortada em pétalas
100g de tomates sêcos
2 dentes de alho fatiados bem fino
2 colheres de sopa de champignos
2 colheres de sopa de alcaparras
1 colher de sopa de salsinha fresca picada
3 colheres de sopa de manteiga sem sal
azeite extra-virgem
sal a gosto


MODO DE PREPARO

Lave os filés  e coloque-os em uma travessa. Tempera com sal e deixe curtir por cerca de 5 minutos.



Em uma panela, coloque a manteiga e aqueça  até derreter, acrescente o azeite. Coloque a cebola, deixando dourar ou até ficarem macias. Coloque o alho, cuidando para que não fiquem muito torrados. Acrescente os tomates secos, os champignons e as alcaparras. Misture tudo e reserve.



Em uma frigideira, aqueça o azeite em fogo médio. Frite os filés um a um, de modo que não forme caldo. A medida que for fritando-os, coloque em uma travessa e mantenha-os no forno pré aquecido. Após todos estarem fritos, aqueça  os demais ingredientes que estavam reservados e coloque por cima do filé. 
Sirva imediatamente.


sexta-feira, 25 de julho de 2014

Vinho - Uvas Brancas

ALVARINHO

É a uva com a qual se elabora o Vinho Verde, em Portugal, sendo considerada uma da smais nobres castas brancas lá existentes. Os vinhos produzidos  com esta uva, foram os primeiros em Portugal a se diferenciarem por serem feitos com apenas um tipo de uva (monocasta).
Seu cacho é pequeno, pouco compacto e com um formato peculiar, a chamada "asa". Sua baga é redonda, de cor amarela, chegando a ter tons mais rosados quando bem madura. A videira produz poucos cachos, assim como seu rendimento é menor que a maioria das uvas, necessitando em torno de 60% mais uva para produzir uma garrafa. Sua área de cultivo é principalmente na região das cidades de Melgaço e Monção, que ficam ao norte dos Vinhos Verdes. Hoje está sendo cultivada também em outras regiões mais ao sul.
Na Espanha ela é encontrada com o nome de Albariño, muitas vezes em cortes com Trajadura e Loureiro.

AZAL


A uva Azal é uma casta de qualidade da região dos Vinhos Verdes de Portugal.
Foi a principal casta utilizada para a produção do vinho branco da região, no início do século XX.  Seus cachos são de tamanho médio apresentando bagos grandes e compactos.
É muito produtiva, de maturação tardia e os seus bagos mantem uma cor esverdeada mesmo no final de maturação.
Os vinhos com ela prosuzidos apresentam aromas frutados pouco intensos. Pelo fato de seus vinhos serem bastante acidulados, são raros os monovarietais.

CATARRATO

Esta uva de nome engraçado, é  a uva de maior destaque na Sicília, produzindo vinhos encorpados, aromáticos e boa qualidade.





CHARDONNAY

É a uva branca mais conhecida e plantada no mundo.

É originária da Borgonha, e com ela são produzidos vinhos famosos e sofisticados como o Montrachet e Meursault, entre outros.
Seus vinhos possuem aroma frutado, lembrando abacaxi maduro, maçãs e, às vezes, manga. São vinhos encorpados e macios. 
É conhecida ainda como aubaine, beaunois, melon blanc e pinot chardonnay.
É usada na composição do Champagne, sendo responsável por seu aroma característico.


CHASSELAS

É a uva mais utilizada pelos suíços para produzir seus populares vinhos brancos, e tem mais de 5000 anos.

Original do Egito, a uva Chasselas ("Gutedel" em alemão) provavelmente foi trazida para a Suíça pela primeira vez no século III AC por comerciantes gregos . Arqueólogos descobriram sementes desta uva em túmulos egípcios, onde possivelmente era usada em oferendas. Cultivada principalmente na Suíça, Alemanha e na França, seu cultivo também tem se estendido a Áustria, Hungria e Croácia.
Na França  é combinada com a sauvignon blanc, na produção do Pouilly-sur-Loire, que é ótimo com mariscos e frutos do mar.
Seus vinhos são perfeitos para a degustação de fondue de queijo.


CHENIN BLANC

Uva francesa do Vale do Loire, com vinhos de diversas denominações, tais como Vouvray, Savennières, Bonnezeaux e Quarts de Chaume.

Apresenta como característica o aroma de mel, de frutas brancas.

Os vinhos produzidos com esta uva podem ser secos ou intensamente doces quando atacados pelo fungo Botrytis. Este fungo ataca a uva quando determinadas condições de calor e umidade são apresentadas ao final da maturação da fruta. Causa pequenos furos na casca, desidratando o bago. A medida que avança, deixa o cacho muito feio, mas dela sairá um vinho único, que são os vinhos doces botritizados. São vinhos de longa duração, de boa acidez e aromas diferenciados, para não dizer exóticos.


COLOMBARD



Uva branca, originária da França, onde é utilizada em misturas formando o Bourdeaux branco e aguardentes. Seus vinhos são leves e frutados. É tambem cultivada na África do Sul, Califónia e Austrália.
É uma cepa de grande rendimento e muito fácil de ser cultivada. Seus bagos têm uma pele fina e dura.


FERNÃO-PIRES






Também conhecida por Maria-Gomes na região da Bairrada, é uma uva branca cultivada em diversas regiões de Portugal, mais especificamente Estremadura, Ribatejo e Terras do Sado, além é claro da Bairrada. É uma uva nobre e antiga, sendo uma das brancas mais plantadas em Portugal. Produz vinhos bastante diversificados e aromáticos.



É ainda conhecida como São Amaral, Gaeiro e Fernão Pirão.

FOLLE BLANCHE


Uva branca cultivada na França, mais especificamente na região de Cognac. Também conhecida como folle blanc e mune mahatsa. Uva de tamanho médio, cor verde amarelado, produz vinhos ácidos com pouco açucar e com coloração amarelo palha. É muito usada para destilar, na produção de conhaques, alguns deles considerados os mais finos do mundo.







FURMINT

Uva branca, de suma importância para os vinhos húngaros de sobremesa de Tokaj, que são os melhores produtos vinícola do país. Os vinhos Tokaj, são grandes vinhos doces, rivais dos famosos Sauternes (elaborados com a Semilon). Assim como a Semilon, também é propícia a botritização. São vinhos complexos, e muito bem equilibrados. Existem vinhos em versão branco seco, mas não se comparam aos adocicados.
Na imagem ao lado, podemos ver um cacho de furmint atacado pela botritys.




GEWÜRZTRAMINER

Apesar do nome alemão, é uma uva originária do Tirol italiano, mas que encontrou seu grande desenvolvimento na região francesa da Alsácia. Também é cultivada na Alemanha, Áustria e nordeste da Itália. 
Seu aroma é reconhecido  pelas notas de lichia, especiarias e toques florais. Produz um vinho encorpado, alcoólico e que envelhece bem. 

Dela também se obtêm vinhos doces atacados pela botrytis.

É uma uva rosada vinificada em branco.


GLERA

É desde 2009 o nome da uva italiana Prosecco, que emprestava seu nome ao espumante deito na região do Vêneto. A denominação Prosecco virou nome de região demarcada. Com isto produtores de outras regiões não mais poderão usar no rótulo a denominação Prosecco, sendo obrigados a dizer que é uma bebida feita com a uva Glera.



HUMAGNE BLANCHE

É a uva mais antiga conhecida na região de Valais, Suíça. Os sommeliers  suíços possuem  um grande orgulho ao apresentarem as cartas de vinho com esta uva.
Seu vinho é rico em ferro, com 3 vezes o nível que é encontrado na grande maioria das uvas. É um vinho bem encorpado, brilhante, fresco, com uma graduação alcoólica mediana, com grande potencial de envelhecimento.
É um vinho muito raro de ser encontrado no Brasil, devido a pequena produção e que raramente é exportado.





INZOLIA

Outra uva da Sicília, também utilizada na produção do vinho marsala, mas que também vem ganhando destaque pelos vinhos brancos de mesa, normalmente associada a outra uva de nome estranho, a Catarrato.





KOSHU

Uva japonesa, de casca rosada, que para alguns lembra a francesa Viognier. Esta uva chegou ao Japão a mais de 1000 anos, sendo uma uva de mesa muito consumida pela realeza, sendo considerada uma iguaria. Com a introdução de outras variedades de uvas de mesa, o consumo da Koshu diminuiu. Em 2004, através e estudos, a Universidade da Califórnia descobriu que a Koshu era uma variedade de Vitis vinifera, passando a partir daí a ser utilizada na elaboração de vinhos finos.
É uma uva grande, rosada, cujos vinhos são frutados e de baixo teor alcoólico.




LOUREIRO

Ou Loureira, é uma uva portuguesa originária do vale do rio Lima e cultivada em quase toda região dos Vinhos Verdes. Depois da alvarinho, é a uva branca mais importante da região do Minho, e integrante da onda dos vinhos verdes.
É uma uva muito produtiva, recentemente reconhecida como uma uva nobre. Seus vinhos são frescos e leves.




MALVASIA

Originária do Mediterrâneo e da Ilha da Madeira, mas cultivada em quase todas as regiões vinícolas do mundo. 
Muito popular na Itália, na Espanha e em Portugal. Possui inúmeros clones, e seu vinho geralmente é leve, aromático e de pouco envelhecimento. Quando falamos de malvasia, normalmente associamos a variedade branca, mas também existe um uva tinta com o nome de malvasia negra.

Muito utilizada para vinhos licorosos de sabor intenso e doce.







MOSCATEL, MUSCAT ou MOSCATO

Uva muito comum na Europa, talvez com origem na Grécia antiga.  Na raiz de seu nome encontramos a palavra  “muscaton”, mosca ou abelha, em grego clássico. Tem como característica o aroma floral com fortes notas cítricas. É usada  para espumantes doces e para vinhos licorosos.
É cultivada com sucesso em vários países. Na Itália é utilizada no Asti e no Moscato d'Asti, em Portugal  no Moscatel de Setúbal e no sul da França em vinhos de sobremesa como o Muscat Beaumes-de-Venise.





PALOMINO

Uva espanhola utilizada par produção dos grande vinhos Jerez, apesar de ter um sabor relativamente neutro para vinhos de mesa. É utilizada nos Jerez de denominação Fino, manzanilla, Amontilado, Palo Cortado e Oloroso. Apresenta sabores e aromas bastante peculiares, secos e excelentes para acompanhar os tradicionais tapas espanhóis (entradas tipicas espanhóis). Fora do terroir espanhol é praticamente inexpressiva.




PINOT BLANC
Conhecida também como Pinot Bianco, Burgunder Weisser ou ainda Weissburgunder. É considerada paraente da Pinot Noir da Grigio, sendo uma mutação natural.
É originária da Alemanha e da região francesas da Alsácia, sendo cultivada tamém na Borgonha, Estados Unidos Candá, Argentina, Uruguai.
Seus cachos são pequenos, cilíndricos e compactos. è bastante resistente ao frio.
Seu vinho tem boa acidez, amadurecendo bem em carvalho, características que fazem com que o associam ao Chardonnay. Não é considerada uma uva muito valorizada.



PINOT GRIGIO

Também conhecida como Pinot Gris, é uma uva rosa vinificada em branco, que tem seu melhor desempenho na região da Alsácia na França. É uma uva bastante consumida nos Estados Unidos, sendo que no Brasil encontramos muito poucos vinhos elaborados com ela.
Os vinhos da região da Alsácia são macios e de aromas exóticos. Nos Estados Unidos, na região do Oregon, são produzidos bons vinhos, apesar de menos suntuosos do que o alsaciano.





REBULA


Também conhecida como Ribolla Gialla na Itália, é uma uva branca autóctone da região eslovena de Goriska Brda. No Brasil é encontrada no rótulo Simcic. Seus vinhos são frescos, ideais para serem degustados a beira da piscina ou praia.






RIESLING
Uva branca frequentemente associada à Alemanha, mas que produz bons vinhos em todo o mundo, embora seus melhores resultados até agora sejam realmente na Alemanha, em Mosel, e na Alsácia, na França. 
São vinhos muito equilibrados, com aromas cítricos e elegantes. Seu sabor é fresco e vivo. Fora das regiões citadas, esta uva apresentou algum sucesso na Austrália e na Nova Zelândia.




SAUVIGNON BLANC

Uva de alta qualidade originária de Bordeaux, mas que alcança seu máximo potencial em Sancerre e Pouilly Fumé, ambas as regiões no Loire. Bons resultados tem sido obtidos na Nova Zelândia e em regiões mais frias do Chile, com um vinho frutado e vibrante.

É com certeza depois da Chardonnay, a uva branca mais cultivada no mundo.





SÉMILON

Uva francesa originária da região de Bordeaux, geralmente utilizada em corte com a Sauvignon Blanc,  muito utilizada nos melhores Sauternes, os grandes vinhos doces da região, pois é facilmente atacada pela botrytis. Em Graves e Pessac, apresenta seus melhores resultados, mas a Austrália e a Nova Zelândia  estão obtendo grande sucesso. Seus vinhos são macios, sabor intenso e vivo e aroma mineral, com traços de maçã verde.
É considerada uva branca com maior capacidade de envelhecimento.

SÍRIA

Uva pouco conhecida, nativa de Portugal, também conhecida como Roupeiro ou Códega. Quanto mais alta e fria for a região em que é plantada, mais frescos e delicados serão os vinhos produzidos. Uva muito produtiva, com cachos e bagos pequenos, de cor verde amarelada.



TORRONTÉS


Uva bastante comum na Argentina, mas de origem espanhola, mais especificamente da região Galiza. Apesar desta origem espanhola, ela é basicamente inexistente na Europa. Uva muito semelhante a Moscatel, produzindo vinhos frutados e que exalam aroma intenso a pêssego e jasmim. Possui baixa acidez e alto teor de açúcar, o que produz vinhos alcoólicos. Uma das regiões mais importantes para a Torrontés na Argentina, é a região de Salta.




UGNI  BLANC

É uma das uvas mais produzidas no mundo, sendo utilizada em corte juntamente com outras uvas. Com o nome de trebbiano e saint-emilion é usada na produção de conhaque na França. Junto com a folle blanche, é uma uva que somente depois de destilada, ela se revela, dando categoria a alguns dos conhaques mais finos do mundo.




VIOGNIER

Uva francesa da região do Vale do Rhône. É a única uva que pode ser utilizada na produção dos vinhos da denominação Condrieu no norte do Rhône. Esta uva hoje amplamente distribuída, já esteve a beira da extinção em 1965. 

Segundo alguns, os excepcionais sabores concentrados deste vinho, são consequência do baixo rendimento da uva, associado as difíceis condições de crescimento e colheita tardia.
Possui aroma floral e cítrico, vinhos macios e de grande aceitação. São vinhos  para ser bebidos jovens, sendo que alguns mais concentrados, podem  durar um pouco mais. 

Hoje pode ser encontrada também na Espanha, Grécia, Itália, Suíça e Áustria. Seu plantio tem crescido bastante na Austrália e principalmente na Califórnia.


VIURA

Uva branca muito cultivada na região de Rioja na Espanha, que produz vinhos pálidos e leves, lembrando frutas verdes, possui uma lenta oxidação, sendo assim indicado para envelhecer na madeira.



As imagens apresentadas neste post foram colhidas pela internet.


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